Campanha Prevenção AVC da Unimed (29/10)

Campanha Prevenção AVC da Unimed (29/10)

Campanha Prevenção AVC da Unimed (29/10). Lembrado em 29 de outubro, o Dia Mundial de Conscientização sobre o AVC busca alertar a população sobre os principais sinais e os riscos de acometimento pelo acidente vascular cerebral.

Lembrando que Tom Veiga (Loro José), foi vítima morte de AVC Celebral, neste último domingo passado, considerada a segunda causa de morte e incapacidade no Brasil e no mundo e a emergência médica mais prevalente nas redes de atendimento em saúde.

Campanha Prevenção AVC da Unimed
Campanha Prevenção AVC da Unimed

O AVC ocorre quando há um entupimento ou rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro, provocando paralisia da área cerebral afetada.

Ele pode ser do tipo isquêmico, quando há o entupimento dos vasos; ou hemorrágico, com o rompimento do vaso e o sangramento no cérebro.

“Uma em quatro pessoas, ou aproximadamente 56 a cada 100 mil habitantes, terão um AVC em algum momento da vida”, estima a neurologista Soraia Ramos Cabette Fábio, coordenadora da área de Neurologia do Hospital Unimed de Ribeirão Preto.

Campanha Prevenção AVC da Unimed

Durante todo o mês, a cooperativa médica desenvolve ações de conscientização sobre este grave problema de saúde, que depende de um fator fundamental para não causar a morte ou deixar sequelas em quem sofre um AVC: a rapidez na identificação dos sinais e no início do tratamento.

“Trata-se de um problema de instalação repentina, que tem como principais sinais, alterações neurológicas como desequilíbrio brusco ou dificuldade de andar, uma súbita e explosiva dor de cabeça, tontura incapacitante repentina, perda visual total ou parcial, perda de força em partes do corpo ou dificuldades de fala ou de entendimento”, orienta a médica.

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Apresentando qualquer um destes sintomas, a pessoa, seus familiares ou quem estiver por perto deve acionar imediatamente um serviço de atendimento médico de emergência, como o SAMU ou, para os clientes Unimed Ribeirão Preto, a UTI Móvel da cooperativa gratuitamente. 

“A rapidez no atendimento por um hospital de referência reduz significativamente as chances de sequelas.

Uma vez dentro do Hospital Unimed Ribeirão Preto, conseguimos iniciar o tratamento trombolítico que promove o desentupimento do vaso ocluído por um coágulo, associado ou não a cateterismo dos vasos cerebrais, em menos de 45 minutos da entrada do paciente.

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Em muitos casos, entre 20 e 30 minutos, este paciente estará recebendo tratamento necessário para restabelecer a circulação cerebral normal e evitar sequelas mais graves”, aponta a neurologista.

O Hospital Unimed Ribeirão Preto abriu suas portas, em 2016, já como hospital de referência e com protocolo voltado ao tratamento trombolítico em casos de acidente vascular cerebral.

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Atendimento rápido

Toda rapidez no atendimento é possível no Hospital Unimed Ribeirão Preto graças ao rigoroso protocolo baseado em diretrizes científicas nacionais e internacionais, além de treinamento constante pelo qual passam suas equipes, das recepcionistas aos socorristas, da triagem na enfermaria até o pessoal de emergência e internação.

“Contamos com médico neurologista presente no hospital 24 horas, enfermeiros especializados nos protocolos, além de equipe de neurocirurgia e de radiologia intervencionista, para um rápido atendimento e tratamento dos casos de AVC”, explica Soraia.

Foi o que aconteceu com Cláudia Regina Cruz de Oliveira Pereira. No dia 11 de julho de 2019, no início da tarde, após chegar em casa do trabalho, a biomédica de 47 anos se sentiu cansada e sem forças.

Cochilou um pouco e, ao tentar se levantar, não conseguiu. Mesmo com a ajuda do marido, não conseguia se movimentar e começou a apresentar dificuldades de fala e entendimento. 

“Eu e meu marido conseguimos identificar os sintomas e fomos rapidamente para o Hospital Unimed.

Chamamos a ambulância e em 20 minutos eu já estava lá dentro. Recebi todo o tratamento necessário, fiquei sete dias entre UTI e quarto.

Depois disso, tive toda a orientação para lidar com as sequelas que apresentei nos membros esquerdos, na perna e no braço.

Graças à rapidez com que identificamos os sinais e ao atendimento imediato, não sofri consequências piores”, relembra Cláudia. Graças ao rápido tratamento, realizado com o medicamento trombolítico associado ao cateterismo cerebral, foi possível retirar o coágulo que estava obstruindo seu vaso cerebral e provocando o AVC isquêmico.

Hoje, Cláudia já consegue realizar praticamente todas as suas atividades de forma independente.

Caso a suspeita de um acidente vascular cerebral não seja investigada e, havendo confirmação, não seja iniciado o tratamento nas primeiras quatro horas a partir do surgimento dos sintomas, além de dificuldades de andar ou movimentar um dos lados do corpo, o paciente poderá apresentar sequelas como perda do campo de visão, problemas na fala ou entendimento e aumento para o risco de demência.

Mais comum em pessoas idosas, o AVC ocorre também em pessoas mais jovens, muitas vezes relacionado ao estilo de vida atual, fortemente marcado pelo sedentarismo, estresse, má alimentação e sobrepeso.

“Existe um risco maior para casos não tratados de hipertensão arterial, associado a diabetes e tabagismo, por exemplo. Quem apresenta estes problemas, associados à falta de atividades físicas, corre 50% de risco de ter um acidente vascular cerebral em dez anos”, alerta a neurologista.

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Conscientização e treinamento

Como parte da ação de conscientização sobre o AVC, a Unimed Ribeirão Preto preparou uma campanha informativa que contempla apresentações de esquetes teatrais elaborados especialmente para o corpo de colaboradores do Hospital Unimed e Unimed 24 horas, bem como um treinamento, nos dias 28 e 30 de outubro.

Com o tema “Escala de Cincinnati – Como identificar sinais de AVC e a importância de transferir para um hospital de referência”, destinado aos socorristas das equipes SAMU – 192 e da Medsalva – UTI Móvel Unimed, e apresentado pela neurologista Soraia Ramos Cabette Fábio, que indica o site www.redebrasilavc.org.br para mais informações sobre o acidente vascular cerebral, e o aplicativo Riscômetro de AVC, que avalia os riscos para o AVC. O app está disponível para Android e IOS.

Fonte Amir Calil Assessoria de Imprensa – Fotos: Divulgação / Arquivo Pessoal