Alexandre Pavão revela como suas bolsas conquistaram o Brasil em entrevista exclusiva para FFW

Alexandre Pavão revela como suas bolsas conquistaram o Brasil em entrevista exclusiva para FFW

Alexandre Pavão revela como suas bolsas conquistaram o Brasil em entrevista exclusiva para FFW.

Em 2015, Alexandre se mudou para São Paulo para trabalhar como estilista – sua marca homônima já tomava sua atenção, mas ainda era um plano B. Dois anos depois, ele deixaria seu trabalho para focar na construção da marca Alexandre Pavão.

Alexandre Pavão revela como suas bolsas conquistaram o Brasil em entrevista exclusiva para FFW
Alexandre Pavão – Foto divulgação FFW

Segundo o estilista: Acredita que quando a gente faz um trabalho bem feito, autêntico e único, as coisas conspiram para que de tudo certo. Muitos de nossos clientes são influenciadores e geram conteúdos organicamente para a marca, e isso tem ajudado a criar um universo e legião de fãs da marca.

Eu acho que foram várias coisas! Quando a gente tá dentro da marca é difícil enxergar a dimensão que isso está tomando e como as pessoas conheceram meu trabalho.

Com o boom da internet, do TikTok e do Instagram a marca foi crescendo e sendo mais reconhecida. Mas tem outros momentos antes que eu sentia que a marca já estava sendo reconhecida, quando fiz uma coleção com marcas como Filhas de Gaia e com a Egrey por exemplo.

Hoje estamos em uma dimensão maior, mas foi de uns dois anos para cá que a marca explodiu mesmo.

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Alexandre Pavão revela como suas bolsas conquistaram o Brasil em entrevista exclusiva para FFW

Foi realmente uma paixão! Quando eu era mais jovem, era apaixonado pela Kipling, tinha tudo deles (risos)! E também lembro da minha mãe usando bolsas super diferentes, mas quando cresci, vi que não tinha muita coisa legal – e ainda não tem. Hoje a gente consegue quase contar nos dedos as marcas de bolsas que fazem um trabalho legal e autoral no Brasil. 

Eu gosto de como as bolsas são, uma peça super inclusiva, sem gênero e tamanho, o acessório dá essa abertura para qualquer pessoa usar. É mais fácil produzir um acessório do que uma roupa, não precisa aprovar modelagem. Normalmente só fazemos um protótipo e algumas alterações. 

Ressalta “MINHA MÃE SEMPRE ME ENSINOU A FAZER O MELHOR COM QUE A GENTE TEM E TEM MUITO DISSO NO MEU PRODUTO: É UMA GAMBIARRA, MAS UMA GAMBIARRA MUITO BOA.”.

Quer saber mais, continue lendo a entrevista aqui

Fonte MODA / POR LUXAS ASSUNÇÃO – Equipe redacao – Fotos: Divulgação/Arquivo Pessoal

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